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TAG: Know your blogger

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A Bia, do Bramare, me indicou para responder essa TAG chamada “Know your blogger” (Conheça seu blogueiro, em português) em 2014, e eu trago a versão atualizada para este blog pessoal. Obrigada, Bia!

A ideia é que os leitores do blog conheçam um pouco mais sobre a blogueira que escreve no blog em questão.

Para isso, a Bia enviou 11 perguntas que eu preciso responder e também preciso listar 11 curiosidades sobre mim. Vamos lá?

11 curiosidades sobre mim

1. Meu pai era guitarrista e minha mãe é artista plástica. Por esse motivo, nunca tive uma criação muito convencional. As músicas que lembram a minha infância são de bandas e pessoas como Deep Purple, Rainbow, Van Halen e Malmsteen. Eu adorava ficar no estúdio enquanto meu pai ensaiava com a sua banda ou dava aulas de guitarra. Tenho diversos ex-alunos dele no meu Facebook, que lembram de mim quando eu era criança. Acho isso muito engraçado! Por fim, acabei aprendendo a tocar também, porque era uma coisa natural para mim.

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2. Toco alguns instrumentos. Comecei tocando teclado, depois fui para o violão, baixo, guitarra e bateria, nessa ordem. Obviamente, não toco com maestria nenhum deles, mas me viro muito bem. Quando era criança, queria ter aprendido a tocar violino, mas nunca tive a oportunidade. Na adolescência, comecei a compôr e a montar bandas com meus amigos. Já tive diversas bandas, a maioria cover dos Beatles. Gosto muito de tocar e compôr, mas não tenho mais pique para a rotina de músico de virar a noite aos finais de semana. Meu marido ainda é músico.

3. Nós nos conhecemos porque eu estava procurando pessoas para montar uma banda cover dos Beatles composta apenas por meninas. Coloquei o anúncio em um mural do fã-clube que existia no Centro de SP, em uma galeria, ele viu e me ligou. E disse que sabia que eu estava procurando meninas, mas ele e o seu primo sempre quiseram montar uma banda cover dos Beatles e nunca tinham conhecido ninguém! Por fim, eles acabaram entrando na minha banda e ficamos muito amigos. Algum tempo depois, ele se declarou e nós começamos a namorar. Já faz mais de 18 anos.

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4. Sou apaixonada por ufologia e, quando era criança, colocava a Marcha das Valquírias para tocar bem alto e ficava olhando para o céu, achando que veria discos voadores. Desde pequena, sempre gostei muito do assunto. Já li diversos livros, comprava a revista UFO, mas há cerca de uns três ou quatro anos eu me desinteressei um pouco sobre o assunto, talvez por já ter lido de tudo. Porém, o espaço ainda me fascina e eu adoro pesquisar e ler a respeito. Meu pai tinha uma luneta (que quebrou-se) e eu adoraria ter outra novamente, um dia. Queria ensinar essa paixão para o meu filho também, porque somos tão insignificantes perto da imensidade espacial!

5. Criei meu primeiro blog em 2001, ou quando realmente tive acesso à Internet. Sempre gostei muito de escrever e, mais nova, comecei a criar fanzines. Tive um fanzine dos Beatles que tinha grande circulação até nos anos 90, chamado “The Beatles Diary”. Os fanzines já tinham a mesma pegada dos blogs, se parar para pensar: conteúdo autoral sobre assuntos específicos, novidades, montagens. Por isso, quando comecei a acessar a Internet com frequência, queria transpôr isso para o mundo virtual, e comecei criando um blog só meu. De início, ele era pessoal. Em 2002, criei um blog sobre os Beatles (o “Roll Over Beatles”) e, em 2004, um blog sobre ocultismo e paganismo. O Vida Organizada veio só em 2006.

6. Outro assunto pelo qual sou fascinada é ocultismo no geral, o que inclui paganismo, mitologias, bruxaria, magia, teosofia, tarô e outros relacionados. Acho que isso vem do fato de gostar muito de História, porque o período medieval e das inquisições sempre me deixou curiosa sobre isso. Adoro ler a respeito, tenho muitos livros. Em 2004, criei um blog chamado Bruxaria.net, para expôr estudos sobre história mesmo (comecei com um ensaio sobre a Joana D’Arc), que acabou crescendo e virando o maior portal em português sobre o assunto. Acabei tirando do ar há alguns anos, porque abracei outra religião (Budismo). Mas ainda gosto de ler muito a respeito.

7. Conheci o Budismo mais ou menos em 2008, na minha fase minimalista pós-Thoreau. Já tinha uma ideia, claro, mas nunca tinha pesquisado a respeito. Depois de ler “Os vagabundos iluminados”, do Jack Kerouac (um dos meus livros preferidos de todos os tempos), comecei a me envolver mais. Comprei livros do Dalai Lama, sobre zen budismo e, assim, fui me aprofundando. Depois de ter uma crise nervosa associada a síndrome do pânico no ano passado, eu resolvi abraçar de vez para aprender a acalmar a minha mente. Procurei um centro budista na minha cidade (estava morando em Campinas) e descobri que ficava perto da minha casa. Também foi uma incrível coincidência eu estar lendo (e me apaixonando) pelo livro de um autor que era justamente o fundador da tradição daquele centro. Comecei a fazer cursos de meditação e a me envolver cada vez mais na religião. Virei budista de fato. Nunca tinha tido uma religião (de frequentar, fazer as práticas) e foi uma experiência interessante. Ao mudar para São Paulo, deixei de frequentar o centro, mas continuo fazendo a minha prática em casa e na vida.

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8. Não tenho carta de motorista e não sinto a menor falta. Todo mundo me fala como é extremamente necessário ter carta de motorista, mas eu sinceramente me vi poucas vezes em situações quando só a carta de motorista me salvaria. No geral, uso táxi ou condução em São Paulo, o que me dá tempo para ler, pensar na vida e outras coisas em ritmo mais devagar, contrariando o dia a dia. Temos carro e meu marido tem carta, para emergências. Enfim, comento isso como curiosidade porque todo mundo fica chocado quando eu digo que não tenho carta (o que diz mais sobre a pessoa que sobre mim, sabe).

9. Eu já quis fazer muitas coisas na minha vida, inclusive faculdade. Já pensei em Moda, Direito, Astronomia, Pedagogia, Psicologia, História. Prestei vestibular para Jornalismo, passei e achei que fosse minha vocação. Escrever era, mas na época eu fiquei em uma crise tremenda achando que não queria fazer Jornalismo. Tranquei o curso e fui fazer Publicidade, onde me encontrei. Mas minha missão mesmo só descobri muito tempo depois, com o blog. Então eu acredito que a gente não tenha que ter pressa para encontrar aquilo que nos traz à Terra, mas a vida não deixa de passar por conta disso. Vá fazendo as escolhas mais coerentes possíveis com aquilo que você acredita, mas certezas mesmo nunca teremos.

10. Vale a pena dizer, para quem ainda não percebeu, que eu sou muito fã dos Beatles. Não poderia descrever aqui tudo o que já fiz na vida relacionado a isso. Meu marido também gosta e o nome do nosso filho é Paul porque… bem, dispensa apresentações. E é engraçado como ele também já virou fã, mesmo sem a gente forçar nada – apenas por nos ouvir escutando as músicas etc. Depois dos Beatles, minha banda preferida é o KISS. Tirando essas duas bandas, no geral gosto muito de diversos tipos de música, mas meus gêneros musicais preferidos são rock e música clássica. Dificilmente ouço outra coisa. Apesar de gostar dos Beatles (o maior clichê da música), adoro metal. Mas muito. Acredito que seja bastante por influência do meu pai, porque sempre vivi nesse meio e o som pesado das guitarras é como se fosse música de ninar para mim. Gosto desde as bandas iniciais (Black Sabbath, MC5) até as bandas norueguesas de black metal. E acho extremamente eficaz para trabalhar! É o meu “barulho branco”.

11. Não sei bem se é uma curiosidade, mas amo livros, escrever, ler e todo o universo relacionado. Tenho hoje quase 800 livros e contando. Estou tentando reduzir, trocar mais, dar livros de presente, mas sempre compro novos também. É a minha válvula de escape.

11 perguntas feitas pela Bia

1. Qual a sua lembrança mais feliz da infância?

Tive uma infância bem aproveitada. Gosto de lembrar de quando acordava, que todos os dias minha mãe deixava uma cartolina desenhada para eu colorir. Ela fazia desenhos diversos como estrelas, bonecos, personagens de desenhos que eu gostava. Todos os dias eu acordava curiosa querendo saber quais eram os desenhos do dia para brincar.

Também lembro do meu pai tocando e de estar sempre no meio da banda, indo para lá e para cá com os músicos, rodeada por instrumentos e amplificadores na minha casa.

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Outra lembrança forte eram as viagens que fazíamos frequentemente para o litoral norte, especialmente Camburi e Trindade. Nós acampávamos e ficávamos dias lá, como se o tempo passasse de maneira diferente. Eu gostava muito dessa coisa de ir para a praia durante uns 10 dias e me desligar totalmente da “vida real”, mesmo sendo só criança.

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2. E a viagem dos sonhos, para onde seria?

Quero viajar para diversos lugares e conhecer muitos países, então tenho várias viagens dos sonhos.

A primeira que me vem em mente é para a Itália. Depois também quero levar meu marido e meu filho para os Estados Unidos, para irmos à Disney e à New York.

Agora, minhas viagens pessoais… Sonho em conhecer a Inglaterra, que deve ser o país perfeito (pelo clima, pela história, pela música, pela introspecção e educação das pessoas). Gostaria de conhecer também a Escócia e o País de Gales. Tem também um tour pelos castelos europeus, que deve ser maravilhoso. Tenho vontade de conhecer a Irlanda e a Rússia. Gostaria de ir para a Romênia e conhecer a Transilvânia. Queria ir para a Noruega e a Islândia. Na América do Sul, queria conhecer Macchu Picchu e o Chile. E a Ilha de Páscoa. Enfim, muitos lugares.

3. Você se preocupa com o que come diariamente? Alimento pra você é apenas combustível ou fonte de prazer?

Eu me preocupo sim porque tenho algumas restrições alimentares, além de passar a ter mais cuidado com o meu corpo, com o passar dos anos. No entanto, para mim é tanto combustível quanto fonte de prazer. Passamos grande parte da nossa vida comendo e, enquanto comemos, estamos conversando, alimentando relação interpessoais. Comer é cultural, e ninguém merece sofrer com isso.

4. Conta pra mim: qual o filme da sua vida?

“A sociedade dos poetas mortos”. Por tudo o que representa: o resgate à literatura (especialmente poesia selvagem), o professor maravilhoso que incentiva o melhor de cada um, a busca pelos sonhos, a rebeldia contra sistemas ineficientes, as relações humanas, a criatividade.

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5. No trabalho, qual é o seu cenário ideal: rotina das 9 às 6 no escritório ou home office? Por quê?

O cenário ideal é ter autonomia sobre o meu trabalho e a possibilidade de empreender sendo tanto autônoma quanto com carteira assinada. Infelizmente, poucos empregos oferecem isso, então é natural que alguém que tenha esse ímpeto acabe saindo para voar sozinho.

Não me preocupo com a rotina, porque é uma forma legal de se organizar. Sou contra mesmo a falta de liberdade caso, se eu precisar trabalhar mais reservada, não puder trabalhar em casa, por exemplo. Então, o modelo de escritório não funcionaria para mim, nesse ponto.

Home-office é uma delícia na prática justamente pela flexibilidade, mas acho muito mais difícil no dia a dia. Dá vontade de acordar mais tarde, de fazer outras coisas. Tenho um filho pequeno, então me sinto mal por não estar com ele quando estou trabalhando. Também posso ficar muitos dias em casa, sem ver outras pessoas. Claro que todas essas são situações solucionáveis, mas são uma tendência no home-office.

Por fim, independe muito da questão da rotina, mas das condições de autonomia mesmo.

6. Qual é a coisa que mais te apavora na vida?

Acontecer alguma coisa ruim com o meu filho.

7. Você é uma pessoa de casa ou apartamento?

Amo casa, o espaço, o quintal e a liberdade. Hoje em dia, no entanto, prefiro as regalias de morar em um bom apartamento, silencioso, com segurança, portaria 24 horas e uma pessoa pegando meu lixo na porta duas vezes por dia.

E adoro a vista de cima de um apartamento. Gosto de ver a cidade de noite.

8. Qual o seu guilty pleasure de consumo?

Livros. Compro muitos livros.

9. Momento confissão: a maior gafe que dei foi…

Não consigo me lembrar de nenhuma no momento, mas já dei várias.

10. Sucesso pra você é…

Viver uma vida coerente com os meus valores.

11. Flash forward: Daqui a 5 anos o que você se imagina fazendo?

Já pensei muito sobre isso e hoje acho mais difícil antever. Gosto de trabalhar com visões – a visão da minha vida para daqui a 3 ou 5 anos.

Hoje estou bastante centrada e sabendo o que quero (e o que não quero) para mim.

Já quis construir um império de organização e ser uma espécie de Martha Stewart brasileira. Ter uma empresa com parede de vidro e vista para a Faria Lima. Uma revista de organização, um canal de TV, uma equipe gigantesca para administrar.

Quando penso nesse cenário, fico me perguntando onde está a minha família nesse processo. Porque tocar uma corporação não é fácil. Demanda muito tempo e dedicação, além do estresse que é administrar pressão de investidores, equipes dando problemas e números que não param de mudar. É claro que é um caminho maravilhoso e de grandes realizações, mas não é o que eu me imagino fazendo.

Um grande aprendizado da minha vida este ano foi descobrir que as coisas não são “8 ou 80” e que há rotas alternativas ao que se considera “sucesso nos negócios”.

Daqui a 5 anos, portanto, eu espero estar tão centrada quanto estou hoje, com relação aos meus valores. Tudo o que faço hoje na minha vida tem a ver com eles. Eu espero manter isso, apenas. Não tomar decisões baseadas no dinheiro ou em outros fatores. Quero curtir a minha família nesse tempo. Meu filho vai crescer. Eu quero estar com ele.

Pretendo sim ter alcançado uma boa estabilidade financeira, de modo que dinheiro não seja um problema e eu possa ajudar outras pessoas da minha família – minha mãe, minha sogra, minhas sobrinhas. Quero ser aquela tia legal que sempre leva para viajar, conhecer lugares bacanas, pode ajudar com os estudos. Ter estabilidade financeira daria segurança para que eu pudesse continuar vivendo de acordo com o que acho certo, sem precisar tomar decisões com base no desespero.

Quero ter uma vida mais calma, mas isso estou construindo aos poucos, sempre com a questão da organização. Apesar de lidar com o assunto há mais de 8 anos, sempre aprendo coisas novas e tenho pontos a melhorar.

Também quero usufruir mais das minhas conquistas. Sofrer menos com pequenas coisas. E é isso.Espero que tenham gostado. 🙂 Adorei, Bia.

Veronica (2017)

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Sinopse do filme: História situada em Madri nos anos 90, sobre uma jovem que começa a ser perseguida por forças sobrenaturais depois de fazer um jogo de Ouija com os amigos.

Todas as resenhas deste blog contém spoilers.

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Não tenho assistido filmes de terror ultimamente, não porque não goste tanto do gênero, mas porque os filmes mais recentes dificilmente me agradam. Como “Veronica” foi dirigido pelo mesmo diretor do filme “Rec” (Paco Plaza), quis dar uma chance. “Rec”, para mim, é um dos filmes de terror mais tenebrosos de todos os tempos. Não me lembro de outros filmes que tenham me deixado tantas noites com medo de um personagem como fiquei da menina Medeiros, a Regan do Exorcista ou a Bruxa de Blair (primeira versão).

Veronica é uma adolescente que precisa tomar conta dos irmãos pequenos enquanto a mãe trabalha fora, em um bar, e praticamente não fica em casa. O que acontece é que ela se interessa pelo oculto e, com duas outras amigas, brincam com um tabuleiro Ouija no porão da escola e um fenômeno esquisito acontece na ocasião. A partir dali, existe um crescente de tensão no filme, pois a menina acredita que um espírito ou entidade esteja perseguindo-a e também ameaçando a integridade dos irmãos.

Por viver praticamente sozinha com eles, ela se encontra muito solitária de verdade. O que eu achei legal nesse filme é a abordagem interna de um personagem que desenvolve um certo senso de loucura e depressão. Existem tantos outros na história que poderiam ter sido abordados dessa maneira (seria legal).

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Bem, o filme é baseado em um fato real, ocorrido na Espanha em 1991. E sim, tem clichês, mas esses clichês são usados justamente para “desconstruir” a versão de Veronica, que é vista um pouco como maluca, pelos colegas, e a mãe fica ali meio sem saber como lidar, porque tem que trabalhar e não pode perder tempo com besteiras da adolescente. Então a gente fica o tempo todo questionando se a adolescente está mesmo sendo assombrada ou possuída ou se isso é apenas um escape para a pressão que ela vive ao tomar conta dos irmãos praticamente sozinha.

A cena final é muito interessante porque dá o veredito: sim, Veronica estava sendo assombrada por uma entidade e os policiais presenciaram isso, mas será que esse fato tira todo o peso que a adolescente carregava nas costas por estar responsável pelos três irmãos mais novos desde que o pai morreu?

Bom filme, com várias camadas. Não é de morrer de medo como o “Rec” (deus me livre), e talvez isso seja uma das melhores características dele. Como todo bom terror, é muito mais psicológico que assustador.

Linkagem de domingo

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Ao longo da semana, eu acompanho diverssos blogs, canais e veículos de comunicação, e costumo trazer uma compilação dos meus links preferidos neste post semanal.

Este post era publicado originalmente no blog Vida Organizada. Após uma reestruturação editorial, concluí que fazia mais sentido publicá-lo aqui em meu blog pessoal.

Boa semana para vocês!

Reestruturações do layout e ano 7

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Eu confesso que estou segurando posts e com pouca inspiração para postar no Vida Organizada não por falta de ideias, mas porque o layout do blog está para ser mudado e, por isso, eu quase não consigo ter vontade de postar no modelo atual. Por isso, peço que me perdoem, mas gostaria de falar um pouco sobre o que tem acontecido no “backstage”, para vocês terem uma ideia das novidades.

Toda essa reestruturação do layout nasceu do propósito que é tornar o blog com mais carinha de blog de novo. O Vida Organizada teve um layout muito “fofo” há alguns anos, que a maioria dos leitores gostava, que foi inspirado no universo das agendas e dos post-its, e eu gostaria de retomar aquilo, porém não tão delicado, e sim mais associado ao lado criativo da organização: como tirar suas ideias do papel e ter grandes realizações. Bem, meu conceito de organização. 🙂

Com base nisso, procurei uma agência para fazer um estudo de tudo, até do logo. Estamos trabalhando juntos e esta semana já recebi a primeira versão do novo layout, pedi ajustes, então estamos nesse processo.

Em paralelo a isso, tenho feito alguns investimentos para essa nova fase do blog, o que inclui cenários para vídeos e fotos, equipamentos e outras providências. Essa parte tem sido muito divertida e eu não vejo a hora de compartilhar esse novo formato de conteúdo com vocês!

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Acho que vale a pena falar também sobre o meu estado de espírito ultimamente. Eu entrei em um ano 7 e, se você conhece um pouco sobre numerologia, já deve saber do que estou falando. Se não conhece, primeiro recomendo o trabalho da Wanice, do Armazém da Energia, que é parceira do blog e fez o meu mapa numerológico. Estar em um ano 7 significa sentir mais necessidade de olhar para dentro, ficar um pouco mais reclusa, e eu tenho sentido muito isso. Ainda não aprendi a conciliar com o meu trabalho de uma maneira geral, visto que trabalho com comunicação, mas estou nesse processo e respeitando meus próprios sentimentos.

Tudo isso é importante porque tem a ver com o próprio fato do por que eu tenho um blog sobre organização. Eu já escrevi sobre isso, em um texto de 2011 (lá se vão cinco anos!). Os motivos continuam os mesmos, mas hoje vejo um quarto motivo muito importante, que é trazer alegria e inspiração no dia a dia para as pessoas. Um valor muito forte que eu tenho é o da criatividade, e desde o coaching eu descobri que quero expressar esse valor em tudo o que eu faço, especialmente nos posts. Então toda essa reformulação do visual do blog, a reestruturação do calendário editorial em todas as frentes (blog, YouTube, Instagram), tudo isso vem de dentro, assim como tudo o que eu elaboro em paralelo (palestras, cursos, coaching).

É muito importante para mim ter um espaço como este blog para escrever sobre esse processo criativo e poder compartilhar com outras pessoas que gostam de saber como ele se desenvolve para mim e também trocar ideias com outros profissionais que realizam trabalho semelhante. A ideia é deixar o Vida Organizada como uma revista digital em formato de blog, sempre com dicas e textos relevantes para inspirar a organização pessoal, a produtividade e a organização da casa. Estou bastante satisfeita com o direcionamento de ambas as coisas.

Discutindo sobre feng shui e organização

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A primavera chegou feliz por aqui.

Um dos meus inúmeros projetos em andamento nos últimos meses tem a ver com o assunto feng shui. O feng shui é a arte chinesa de organizar espaços alinhado com a natureza, trazendo suas influências benéficas. E, com a mudança para a casa nova, tenho tido ajuda para harmonizá-la de uma maneira que faça sentido para mim. Tem sido um período de aprendizado introspectivo que agradeço muito, pois tem me permitido lidar com um lado criativo inesperado, gostoso e até divertido no dia a dia.

Há diferentes estratégia para o estudo e a aplicação do feng shui nas residências, e a arte chinesa tem me deixado claro como ela tem a ver com o processo de organização como um todo – para manter em casa só aquilo que você gosta, organizar os objetos harmonicamente e também buscar soluções que façam sentido de acordo com a vida dos moradores. Quem tem me orientado nesse sentido é a Wanice Bon’Ávigo, do Armazém da Energia, e a ´Érika, que trabalha com ela. No último sábado, tivemos a oportunidade (a Carol e eu) de irmos até a casa da Wanice tomar um delicioso chá e conversar sobre essas lateralidades.

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Além de termos sido tão bem recebidas e tomarmos um chá delicioso (com direito a uma cuca de amora que deixará lembranças), pudemos conversar também sobre o nosso trabalho e sobre ideias para o futuro.

Diz-se que a primavera é uma estação amena, de transição entre o inverno e o verão. Nessa época tenho pensado sobre as minhas atividades e florescendo iniciativas de aperfeiçoamento interno, que se refletem também em tudo o que eu faço. Estar em tão boa companhia nesse processo faz uma diferença enorme em todas as frentes.

Balanço de livros lidos em 2015

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Eu li 53 livros em 2015, o que era a minha meta inicial (um por semana). 2015 foi o ano que eu li menos livros, sinceramente. Eu fiquei muito envolvida no estudo das certificações e, apesar de ter passado muito tempo lendo, não foram tantos livros terminados, e sim muito material de cursos.

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2015 também foi o primeiro ano que eu controlei minhas leituras 100% pelo Skoob e achei que deu muito certo. É simples: basta marcar que está lendo um livro e ir gravando seu histórico de leitura. Quando você chega ao final de um livro, ele marca automaticamente como lido no ano em que você está.

Eu pretendo continuar com essa meta mínima para 2016 (um livro por semana), mas espero chegar aos 100 livros lidos, se possível.

Meus livros lidos preferidos em 2015 foram:

  • Todos os livros relidos do David Allen, claro.
  • Todos os livros relacionados ao Steve Jobs e à Apple.
  • A biografia do KISS (Nothin’ to lose)
  • Os livros do Jim Collins

E aí eu percebo também que quase não li nenhum livro de ficção este ano. Não me cobro tanto, porque sei que foi um ano dedicado à minha formação profissional, mas vou tentar mudar esse quadro em 2016.

Nova obsessão: America

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Eu sempre gostei da banda, mas atualmente tem sido uma verdadeira obsessão. Eu agradeço o Spotify por liberar uns álbuns bacanas da banda. Ouço todos os dias. Abaixo, o “Archives, Vol. 1”:

Gerry Beckley, Dan Peek e Dewey Bunnell eram três americanos muito jovens, que na época em que foram descobertos (por Jerry Lordan), em 1970, viviam em Londres. Seu som acústico, quieto, causou surpresa e fascínio. O America teve dois grandes hits internacionais seguidos, ‘A Horse With No Name’ e ‘I Need You’, ambos tirados de America, seu primeiro álbum, de 1971. Com este álbum, venceram o Grammy de banda revelação de 1972. A música do America, então, era uma versão refinada (não melhor, porém) do folkanglo-americano de Crosby, Stills & Nash. Beckley, Peek e Bunnel tocavam e cantavam imitando (talvez não intencionalmente) Neil Young. Até meados dos anos 70, pelo menos, America foi um nome sólido, com álbuns acima da média e hits de médio impacto, como ‘Tin Man’ e ‘Sister Golden Hair’. No Final dos anos 90, o America, com a mesma formação, ainda estava ativo, vivendo de suas antigas glórias. (Fonte: Wikipedia)

O America nunca foi uma dessas bandas conhecidas pela virtuosidade de seus músicos ou por canções de grande destaque, mas é um grupo interessante, gostoso de ouvir e que remete aos nostálgicos anos 1970 (que não vivi, por sinal).

Minhas três músicas preferidas:

[disclaim]Clique aqui para acessar a página da banda no Spotify[/disclaim]

Minhas coisas preferidas para fazer em Amsterdam

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Este post está cheio de clichês de turistas, mas são coisas que eu realmente gosto de fazer. Tenho o privilégio de ir à cidade pela quarta vez dentro do período de um ano e falar sobre ela me deixa feliz. Muitos dos itens na lista a seguir podem parecer bobos ou até absurdos para quem mora na cidade, mas eu sou turista e gosto é uma coisa pessoal. Não tenho a menor pretensão com relação a isso. Seguem então algumas das minhas coisas preferidas lá:

Aulas de desenho no Museu do Rembrandt

Existe um Museu do Rembrandt construído na casa onde ele morou durante muitos anos. O museu em si é emocionante e uma atração à parte – eu fiquei bastante comovida quando entrei lá e vi os objetos, as coleções, as ferramentas de desenho e pintura, a cama onde ele dormia, mesmo a cozinha. O museu já é uma atração que vale a pena mas, não contentes com isso, o staff oferece aulas de desenho gratuitas para os visitantes. Basta aparecer nos horários corretos (sinalizados por eles diariamente no próprio local) e participar. Cada aula é temática (por ex: desenhando pessoas) e se trata de uma experiência inesquecível.

Filial da Paperchase no Bijenkorf

A Paperchase é uma loja inglesa que tem uma filial no shopping Bijenkorf, em Amsterdam. Para quem é aficcionado por papelaria, pode reservar alguns euros (ou libras – mesmo na Holanda eles também aceitam a moeda) para comprar algumas coisas por ali. São linhas especiais para cada época do ano com objetos lindos mesmo, além de cadernos, agendas, acessórios e toda sorte de materiais que vai fazer qualquer um que goste do assunto pirar a cabeça. A Paperchase também vende algumas marcas tradicionais, como Moleskine e Filofax. Em todas as vezes que fui à cidade, levei várias comprinhas para casa porque não resisti (e sempre preciso me conter MUITO para não levar muita coisa).

The Ritman Library

Curte ocultismo? Pois fique sabendo que, em Amsterdam, existe uma biblioteca hermética cuja entrada te lembrará a casa do Sirius (Harry Potter), com uma fachada praticamente invisível aos trouxas. Com um único emblema discreto, é necessário tocar a campainha e responder algumas perguntas antes de entrar e pagar o ingresso (5 euros) para conhecer o conteúdo. Além de biblioteca, este fantástico local também é um museu com peças raras da história do ocultismo mundial. Seu acervo total contempla mais de 25 mil livros e é um espaço surpreendente. Você não pode imaginar o tamanho da biblioteca ao andar pela rua deserta e passar pela porta.

Broekmans & Van Poppel

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Trata-se de uma livraria (seria injusta em dizer que é só isso) especializada em música clássica, com muitos livros de partituras para piano, violino, celo, entre outros, além de acessórios de todos os tipos para músicos. Também vende caixinhas de música e outros objetos relacionados. É uma loja tão mágica, que remete tanto a outro século, que dá vontade de visitar sempre apenas por causa disso. Fica em frente à Museumplein (ou praça dos museus, para os não iniciados), bem fácil de chegar.

Passear pelo Jordaan

Jordaan é um dos bairros mais hipsters de Amsterdam, com lojas, cafeterias (de verdade, não coffee-shops apenas), bistrôs, pessoas felizes, flores e movimentação no geral. A música teve um papel importante no Jordaan, e alguns dos melhores cantores desse bairro são homenageados com uma estátua no “Brouwersgracht”. É como se fosse a Vila Madalena de Amsterdam. É um bairro delicioso para caminhar e se perder nas ruas, observando as casas. No Jordaan está localizada a famosa casa da Anne Frank, ponto turístico da cidade.

IJscuypje

Estavam esperando que eu falasse sobre comida? Pois bem, aqui trata-se de uma indicação do Ducs sobre o melhor sorvete do mundo, segundo ele, e que pude comprovar sua veracidade nas últimas visitas. Os de frutas são maravilhosos, assim como os cremosos. Não dá para indicar um ou outro – vá e se acabe com um sabor por dia. A sorveteria é uma rede espalhada por diversos cantos da cidade.

Vlieger

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Vocês já devem ter percebido que eu sou viciada em papelarias, certo? Na verdade, eu adoro muito artes em papel, e andando pela cidade e conversando na IJscuypje, fiquei sabendo da existência dessa papelaria e dei um pulo para conhecer. Para quem gosta de arte em papel, é um paraíso. A loja é bem antiga e não é muito grande – tem dois andares, mas é tudo muito à moda antiga. Você tem a sensação de estar visitando realmente uma papelaria com mais de um século de existência. Vendem até mapas! Enfim, um lugar maravilhoso que vale a pena visitar se você for fã de papelarias como eu.

Queijos

Em qualquer lugar, queijos são baratos e maravilhosos na Holanda. Mesmo os queijos de fabricação francesa custam mais barato do que aqui (uma fatia gigantesca de queijo brie custa 2 euros, em média). Existem lojas especializadas em todos os pontos mais turísticos e movimentados de Amsterdam, mas até no mercado você encontra certa variedade e consegue experimentar coisas diferentes. O que não dá é ir para a Holanda e não comer mil tipos de queijos. O tradicional queijo da cidade de Gouda é encontrado em todo lugar.

Canal bus

Sei que quem é residente deve ficar com os cabelos em pé lendo sobre algo tão voltado a turistas (o que eu sou), mas trata-se de um passeio que, na minha opinião, é muito especial para quem não mora na cidade. Trata-se de um barco que serve como meio de transporte (“ônibus do canal”) nos canais de Amsterdam, parando nos pontos principais e fazendo uma narração guiada dos principais pontos turísticos da cidade. Dá para ir sentada de boa, comendo um lanchinho comprado previamente no Hema ou no Albert Heijn, conhecer um pouco da história da cidade sem precisar caminhar (e se cansar) tanto, além da possibilidade de descer onde você quiser e sempre voltar, se você tiver comprado o passe para 24 horas (que eu recomendo). Quando voltei à Amsterdam pela primeira vez, fiz esse passeio duas vezes. Foi uma ótima maneira de me despedir da cidade no último dia. Fiz questão de gravar mentalmente cada momento, desenhar as casas, curtir mesmo. Eu acho que vale a pena, mesmo sendo programão de turista.

The English Bookshop

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Esqueça a Livraria Cultura do Conjunto Nacional! Esta loja tem cinco andares (se não me engano) e livros maravilhosos, hard-cover, além de acessórios-mil para leitura (marcadores, flags, bolsas) e material de papelaria que não se encontra em outros lugares. Dá para perder um bom par de horas lá dentro (e vários euros, se você não se controlar). Fica em um lugar super movimentado (quase no coração da Kalverstraat – rua conhecida por ter muitas lojas), bem de esquina.

Passear pelo Prinsengratch

Este é o meu canal preferido de Amsterdam – o “canal da princesa”. Também servia como ponto de referência para mim em minhas andanças. Nada como passear pelo canal, observar o que está acontecendo, ver as bicicletas passando e pensar: “Caramba, estou mesmo em Amsterdam!”.

Rijksmuseum

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Sei que este é clichê, mas é um museu tão maravilhoso. Sua arquitetura é fantástica (era um mosteiro antes), ele está em um ponto-chave da cidade, com um gramado delicioso em frente, além de ter a famosa placa “I Amsterdam”, onde todo mundo para pra tirar foto. Além disso, o acervo do museu é fantástico – impossível absorver tudo em uma única visita. Você pode fotografar e até desenhar os quadros. A loja do museu também tem muitos souvenirs bacanas, se você estiver procurando presentes legais para levar para casa.

E é isso. Espero que tenham gostado da minha lista. <3

A casa na montanha

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Eu sinto uma atração inexplicável por florestas, cheiro de mato e ver o mundo de cima das montanhas. Também gosto bastante do tempo frio.

Há alguns anos, praticava hiking (trilhas + camping). Ainda é o meu esporte preferido. Não pratico há anos, desde que o meu filho nasceu.

O que mais me atrai no esporte é poder ter um pouquinho de cada um desses lugares que gosto tanto no meu cotidiano, mesmo que por apenas um dia ou dois. É a possibilidade de viver livre, apenas caminhar por aí, e olhar o mundo do alto. E o silêncio. Puxa, essa é uma parte importante.

Quando penso nos meus sonhos, sempre me vem à mente uma casa no alto de uma montanha, no meio da floresta, onde eu consiga ver as outras colinas ou o mar. Vejo nuvens, o tempo está frio. O cheiro do café entra pelas minhas narinas. Me enrolo em uma manta para ler meu livro.

Acho que esse acaba sendo o meu cantinho especial que imagino toda vez que fecho os olhos e quero me confortar de alguma maneira, sem pensar na vida como um todo. Eu apenas me imagino ali, sentada, vendo a vida passar. Just a fool on the hill, watching the wheels.

Algum dia, talvez.

Star Wars: O despertar da força

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Sim, eu também já amo muito o BB8.

[warning]Todas as resenhas deste blog contém spoilers. Sorry.[/warning]

Eu não sou geek super viciada em Star Wars, mas gosto da série e já assisti as duas outras trilogias pelo menos cinco vezes. Não assisti “O despertar da força” no primeiro dia (fui no sábado, thought).

Muitas pessoas reclamam que o filme foi uma “cópia” do filme 4 (o primeiro da trilogia original – “Uma nova esperança”). Existe uma teoria que diz que Kylo Ren vai completar o que Anakin não conseguiu concluir e, por isso, tal semelhança foi necessária para mostrar os rumos diferentes que cada personagem toma a partir de uma mesma concepção. Seria muito ingênua se acreditasse nela mas, ao mesmo tempo, não consigo ver um fim para a trilogia nova que não acabando meio que de vez com o lado negro da força.

Ao contrário de muitos fãs da série, eu gostei do Kylo Ren. O fato de ele tirar a máscara e se mostrar vulnerável tantas vezes foi um diferencial – humanizou o vilão, diferente de como conhecemos Darth Vader lá atrás. Fora que eu gostei muito da atuação do Adam Driver (já o achava meio esquisito – no bom sentido – desde que assisti aquele filme dele com o Ben Stiller – “Enquanto somos jovens”).

Pra completar a trajetória hipster, ele também poderia ter interpretado Steve Jobs (que, aliás, tenho certeza que foi a inspiração dele para o papel acima)
Pra completar a trajetória hipster, ele também poderia ter interpretado Steve Jobs (que, aliás, tenho certeza que foi a inspiração dele para o papel acima)

Também não achei a morte do Han Solo chocante ou desnecessária. Ben precisava fazer aquilo para seguir em frente sem fantasmas.

Sobre Rey, nossa nova heroína: de cara achei que ela parecia uma Skywalker. Gostei maravilhosamente de ter uma heroína na nova saga, mas me irrita um pouco ser unicamente porque feminismo e vangloriar minorias estão na moda, e não porque genuinamente seria legal ter uma mulher, um negro e um hispânico em destaque no novo filme.

Uma coisa que não gostei foi da relação entre a Rey e a força. Em um primeiro momento, ela a nega. Depois, simplesmente usa a força para manipular o stormtrooper. Na sequência, ela em um insight enquanto está lutando com o Kylo Ren e aí sim assume a força como parte de si. Eu achei que ficou forçado o uso com o stormtrooper. Posso estar errada, mas foi a impressão que eu tive. Anos de treinamento jedi para desenvolver a força e uma pessoa que a estava negando até então de repente sabe usar como por intuição. Sei lá!

Sim, eu também já amo muito o BB8.
Sim, eu também já amo muito o BB8

Se eu gostei do filme? Sim! Com certeza já é o meu segundo preferido (nenhum jamais superará “O império contra ataca”). Desanima ter que esperar anos e anos até o final. Essa é a pior parte de gostar de qualquer série.

Uma coisa que me chamou muito a atenção foram os cuidados com os efeitos especiais. A segunda trilogia pecou demais nisso, mostrando efeitos mais modernos que a trilogia original. Eu achei que desta vez a fotografia respeitou bem o estilo da saga. Certamente a equipe responsável pelos filmes sabe a responsabilidade que tem e o que fazer para agradar os fãs.

Eu sinceramente acho o Luke um pouco sem sal e não gostei nem desgostei da aparição dele no final.

Me emocionei quando a Leia encontrou o Han Solo novamente pela primeira vez. Aliás, me emocionei diversas vezes vendo esse filme. Achei ele bastante fiel e nostálgico. Parece que um mundo novo e maravilhoso teve as portas abertas novamente, e é muito legal fazer parte disso.

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