thais godinho

Cinema

Book Club (2018)

O filme Book Club, lançado no Brasil com o título “Do jeito que elas querem”, traz um elenco fantástico composto por Diane Keaton, Jane Fonda, Candice Bergen e Mary Steenburgen. A trama é simples: quatro grandes amigas, em idade madura, resolvem ler a trilogia dos “50 tons de cinza” como a leitura do mês em seu clube do livro. A leitura dos livros vai mexer com a cabeça das amigas, que passarão a questionar suas relações amorosas. A sinopse é simples e beira a bobagem, mas o filme é Ó-TE-MO.

Abaixo eu comento as minhas percepções, obviamente com spoilers, mas nada que prejudique a sua experiência com o filme (prometo!).

A personagem da Jane Fonda é a “mais saidinha” de todas e quer ler “50 tons de cinza” naquele mês em questão com o grupo. Todas reclamam. Isso eu achei o máximo, porque todo mundo sabe, no fundo, que o livro é ruim. Mesmo ao longo do filme, enquanto aparecem cenas delas lendo o livro, sempre tem um teor tipo “hahaha que tosco”, então o grande mérito do filme está em mostrar que mesmo uma leitura ruim pode ser divertida e trazer mudanças para a nossa vida.

Então vamos às personagens: Diane Keaton é a principal. Ela perdeu o marido há cerca de um ano e suas duas filhas, na faixa dos 40 anos, já casadas, mães e com suas próprias vidas e problemas, querem que ela se mude para sua cidade para que possam cuidar dela mais de perto. O excesso de cuidados irrita a Diane, que não se considera “idosa assim” ou “acabada assim” como as filhas acham. E então ela vai conhecer um cara legal, que por sinal mora na mesma cidade que as filhas. Essa é a trama dela.

Jane Fonda representa a “mulher de negócios” independente. Tem um hotel, é milionária, nunca se casou e faz questão de dizer que não se apaixona e não “dorme” com os homens – apenas faz sexo com eles. Não quer se envolver emocionalmente. Mas aí ela reencontra uma paixão de quando era jovem – um cara que, pelo que entendi, é meio um astro do rock que agora já está mais sossegado, mas mora em NY. E ela vai ficar nesse draminha pessoal de se render ou não.

Candice Bergen representa uma juiza federal muito séria e que tem uma gata que, aparentemente, está apática. Ela se divorciou de um marido que já nem gostava mais, mas alimenta uma dor de cotovelo porque ele vai se casar com uma moça com 20 anos de idade. Sua trama envolve ela se abrir para o mundo, sair da pose de séria que sustenta no trabalho e também aceitar internamente que seu casamento acabou e que ela não precisa sentir rancor do ex-marido.

Mary Steenburgen, a atriz mais fofa por natureza das quatro, representa uma mulher casada, mas que ainda se sente sexy, e cuja leitura do livro a faz ver que ela ainda se sente atraída pelo marido – que parece estar completamente em outra, querendo consertar coisas na garagem e sua moto. Seu drama envolve fazer com o que o marido sinta atração por ela novamente, o que envolve, obviamente, não apenas o sexo, mas fazerem outras coisas juntos.

Então vamos lá: temos essas queridas enfrentando seus dramas particulares e dividindo suas experiências juntas, uma apoiando a outra. Afinal, isso é o que amigas fazem.

O filme entrega exatamente o que se propõe. Não é um filme metido a ser intelectual, nem traz clichês que acabariam com a graça da história (ok, traz alguns, mas nada que sejam entendiantes, e sim esperados dentro de cada contexto).

Saí levíssima do cinema, feliz, porque é um filme leve e que mostra quatro amigas, mulheres bem resolvidas em suas vidas, com suas convicções, mas também demonstrando suas fraquezas e sendo honestas a respeito delas.

Sei que vivemos em um mundo cada vez mais feminista e que cada vez mais empodera mulheres, mas eu acho bonito de se ver um filme que aborde as fraquezas femininas sem um tom pejorativo também – aliás, ainda com um toque gostoso de humor. Adorei o desfecho de todas elas e confesso que fiquei torcendo para ter uma continuação…

Outro ponto fundamental: o filme não tem cenas de sexo! Sei lá, achei que, por falar sobre o livro dos “5o tons”, esse foi um detalhe que tornou o filme ainda melhor. Ele só insinua e brinca com as diversas situações, sem a necessidade de ser explícito. É delicado e forte ao mesmo tempo, como nós mulheres somos.

Fica a dica para o seu cineminha em um domingo à noite, para começar a semana bem. 🙂

As boas maneiras (2018)

“Tem um filme que eu quero muito ver, é nacional”. Estranhei quando o digníssimo disse isso. Ele não gosta de cinema nacional (um preconceito bobo, é claro), mas logo matei a charada. “É de terror”, ele disse. Eu já desanimei. Não tenho mais assistido filmes de terror porque 1) a vida é curta pra ficar vendo coisa que me deixa impressionada – no sentido negativo da palavra e 2) é tãooo difícil ter algum bom filme de terror que não seja cheio de susto atualmente. Mas bom, ele me ganhou com a cartada final: “O Pablo Villaça falou bem”. Como ele sabe que o PV é meu guru do cinema, here we go.

O filme traz uma Marjorie Estiano grávida de um lado, e a Izabel Zuaa fazendo entrevista de emprego para babá de outro.

A sinopse oficial é a seguinte: “Ana (Marjorie Estiano) contrata Clara (Isabél Zuaa), uma solitária enfermeira moradora da periferia de São Paulo, para ser babá de seu filho ainda não nascido. Conforme a gravidez vai avançando, Ana começa a apresentar comportamentos cada vez mais estranhos e sinistros hábitos noturnos que afetam diretamente Clara.”

Ok, a partir daqui teremos spoilers. Leia por sua conta e risco.

A gravidez da Marjorie é estranha e a associação com “O bebê de Rosemary” é direta, então eu já imaginava que algo esquisito aconteceria ali. O diferencial do filme foi trazer relações homossexuais ao centro da trama de uma maneira muito bonita, de demonstração de desejo e carinho, sem ser caricato.

A cena do “nascimento” é chocante e uma das melhores do cinema nacional. Aliás, palmas para os diretores que construíram um filme incrível e tiveram o timing de lançar em época de festa junina! Clap!

A segunda parte do filme começa com o nascimento e o desenvolvimento do “bebê”, que na verdade é um filho de lobisomem e será criado pela Clara, pois a mãe dele morreu no parto.

A relação entre eles é essencialmente humana e delicada, e eu chorei horrores o tempo todo imaginando o sofrimento da mãe e do menino, porque ele tem mais ou menos a idade do Paul.

Com o desenrolar da trama, eu fiquei imaginando que final poderia ter esse filme que não caísse nos clichês do gênero, mas a saída encontrada pelos diretores foi a melhor possível, e eu amei. Assista para saber como é. 😉

O Joel é a coisinha mais fofa do mundo mesmo transformado – uma mistura de Bolt com mascote da Rússia na Copa, e tudo é muito, muito bem desenvolvido, sem falhas. Nem os efeitos especiais me incomodaram (achei que atenderam).

Se você for uma pessoa sensível a sangue, especialmente, melhor não assistir. Mas não é um filme de terror de mau gosto nem com sustos. Vai mais para o drama, com bons momentos divertidos também.

Se tiver a oportunidade, vá esta semana prestigiar o cinema nacional. Faz muita diferença no mercado quando o filme é assistido no cinema na primeira semana, porque isso mostra força de bilheteria e as casas conseguem manter o filme em cartaz por mais tempo.

Bom filme. Obrigada.

Star Wars: The Last Jedi (2017)

Resolvi manter o título original em inglês porque acredito que condiza mais com o filme, pois rola um certo trocadilho entre ser no plural ou não esse nome.

Obviamente, esta resenha tem spoilers. Leia por sua própria conta e risco.

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Como eu já falei em uma resenha anterior da trilogia aqui no blog, não sou fã-fanática de Star Wars. Não “manjo tudo” de Star Wars. Porém, gosto da série, já reassisti as outras trilogias diversas vezes e também considero “O império contra ataca” o meu preferido. E aí eu fui assistir o segundo da nova geração e, como comentei sobre “O despertar da força”, em 2015, quis comentar sobre “The last jedi” também por aqui. Mas lembre-se que eu sou leiga. Pode me corrigir se eu falar alguma besteira.

Minha opinião de modo geral é: como filme, sensacional. Enredo bem amarrado, fotografia de tirar o fôlego, sequências e momentos emocionantes. Como segundo e penúltimo de uma trilogia? Já não sei. E vou explicar por quê.

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Está na cara que “The last jedi” é um filme sobre gerações. É um filme para “passar o bastão”, como disse o pessoal do Omelete. Mas eu entendo a crítica de alguns fãs, que vêm renegando o filme, porque ele “nega” coisas clássicas da saga que eram consagradas. Ao mesmo tempo, quanto mais penso sobre o assunto, mais ele se torna interessante.

Quando eu escrevi sobre “O despertar da força”, eu falei sobre a teoria da ideia de o Kylo Ren ser mais “bem-sucedido” que o Anakim na “destruição” do lado negro da força. Continuo com essa teoria. Uma das coisas que mais foram criticadas em “The last jedi” foi o fato de Kylo Ren ser um vilão fraco. “Não se compara ao Darth Vader”. “O propósito dele de acabar com o passado é fútil”. Etc.

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Mas, meus caros, eu acredito que aí que esteja o grande ponto forte da coisa toda: não existem mais vilões fortes. Assim como não existem mais jedis fortes. A força está aí para todos, e não para poucos selecionados. O segredo está no equilíbrio. O que a Rey representa (e acho aquela cena dela alcançando a força na pedra junto com o Luke extremamente emblemática com relação a isso) é uma percepção da força cujo lado negro não amedronta porque ele se faz necessário ao equilíbrio.

E eu acho tão emblemático também o Kylo Ren não usar mais máscara! A cena em que ele destrói a máscara é a cena que mostra que ele rompeu com o Vader também. É o que ele vem fazendo – rompendo com os ícones do passado, sejam quais forem. Ele representa a nova geração de maneira geral. A Rey vem para dizer que “opa, amigo, calma. Nem tudo no antigo é ruim. Rola uma equilíbrio, vem comigo.” Ela quer descobrir seu lugar em tudo isso, e na verdade já a vejo como a pessoa que representa esse equilíbrio. A cena na pedra deixou bem claro.

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Continuo com a mesma opinião que tive ao assistir “O despertar da força”: não vejo outro fim para esta trilogia que não a dissipação da ideia de “lado negro” – o que o Anakim originalmente queria fazer. Porque a história dessa dualidade não pode durar para sempre. Acho que uma narrativa que envolva o Kylo Ren se redimir é muito fraca. Um cara que mata o Han Solo pode se redimir? Jamaaaais! De verdade. Seria muito fraco do roteiro da saga se isso acontecesse, então não acho que acontecerá.

Rey passar para o lado negro? Muito menos. Jamais uma saga da Disney (lembrem-se) vai colocar isso como conclusão ou lição de moral.

Repetir a história – Kylo Ren é um novo líder supremo do lado negro da força e quer destruir a galáxia? Meh. Já foi feito isso, e com maestria. Não haverá vilão como Darth Vader, nunca mais. E os roteiristas sabem disso.

Minha única “preocupação” com o desfecho acabando com o lado negro da força é que isso coloca um ponto final na saga para trilogias futuras, mas será que coloca mesmo ou estou concluindo isso dentro das minhas próprias limitações criativas? Vamos aguardar para ver o que vem por aí.

Aliás, me deixem citar a cena da luta em que Rey e Kylo Ren lutam juntos, lado a lado, depois da morte do Snoke. Que cena, toda a sequência. Acho que foi a minha preferida do filme.

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Então eu gostei do filme, de modo geral. Algumas coisas me incomodaram bastante, como por exemplo o desentendimento ridículo entre o Luke e o Kylo Ren. Não colou, foi fraco. Mas, de modo geral, foi um grande filme. Como penúltimo da trilogia, achei perigoso, pois criou uma polêmica grande e deixou muitos laços abertos para um terceiro filme – muita coisa em jogo para resolver em apenas mais um filme, sabem? Mas quem sabe dê certo.

Poe Dameron (melhor personagem) é o novo Han Solo, e prevejo um triângulozinho amoroso entre ele, a Rey e o Kylo Ren. Tenho boas perspectivas de batalhas para o último filme, e acho que o desfecho se dará com uma morte dramática do Kylo – provavelmente por suicídio ou sacrifício espontâneo. Também imagino “fantasminhas” aparecendo novamente – como o Luke treinando a Rey. E acho que a série dará um pulo no espaço de tempo para começar justificando algumas coisas – Rey mais forte, talvez treinando uns padawanzinhos, e a morte da General Leia (com a morte da Carrie Fisher).

Enfim, que venha 2019, e até lá teremos bastante tempo para rever todas as trilogias novamente e pensar nesse conflito do Anakim PLUS conflito do Kylo Ren e como justamente a “fraqueza” do Kylo Ren será o ponto forte que vai concluir o que o Anakim queria originalmente lá atrás. Eu acredito!

Veronica (2017)

Sinopse do filme: História situada em Madri nos anos 90, sobre uma jovem que começa a ser perseguida por forças sobrenaturais depois de fazer um jogo de Ouija com os amigos.

Todas as resenhas deste blog contém spoilers.

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Não tenho assistido filmes de terror ultimamente, não porque não goste tanto do gênero, mas porque os filmes mais recentes dificilmente me agradam. Como “Veronica” foi dirigido pelo mesmo diretor do filme “Rec” (Paco Plaza), quis dar uma chance. “Rec”, para mim, é um dos filmes de terror mais tenebrosos de todos os tempos. Não me lembro de outros filmes que tenham me deixado tantas noites com medo de um personagem como fiquei da menina Medeiros, a Regan do Exorcista ou a Bruxa de Blair (primeira versão).

Veronica é uma adolescente que precisa tomar conta dos irmãos pequenos enquanto a mãe trabalha fora, em um bar, e praticamente não fica em casa. O que acontece é que ela se interessa pelo oculto e, com duas outras amigas, brincam com um tabuleiro Ouija no porão da escola e um fenômeno esquisito acontece na ocasião. A partir dali, existe um crescente de tensão no filme, pois a menina acredita que um espírito ou entidade esteja perseguindo-a e também ameaçando a integridade dos irmãos.

Por viver praticamente sozinha com eles, ela se encontra muito solitária de verdade. O que eu achei legal nesse filme é a abordagem interna de um personagem que desenvolve um certo senso de loucura e depressão. Existem tantos outros na história que poderiam ter sido abordados dessa maneira (seria legal).

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Bem, o filme é baseado em um fato real, ocorrido na Espanha em 1991. E sim, tem clichês, mas esses clichês são usados justamente para “desconstruir” a versão de Veronica, que é vista um pouco como maluca, pelos colegas, e a mãe fica ali meio sem saber como lidar, porque tem que trabalhar e não pode perder tempo com besteiras da adolescente. Então a gente fica o tempo todo questionando se a adolescente está mesmo sendo assombrada ou possuída ou se isso é apenas um escape para a pressão que ela vive ao tomar conta dos irmãos praticamente sozinha.

A cena final é muito interessante porque dá o veredito: sim, Veronica estava sendo assombrada por uma entidade e os policiais presenciaram isso, mas será que esse fato tira todo o peso que a adolescente carregava nas costas por estar responsável pelos três irmãos mais novos desde que o pai morreu?

Bom filme, com várias camadas. Não é de morrer de medo como o “Rec” (deus me livre), e talvez isso seja uma das melhores características dele. Como todo bom terror, é muito mais psicológico que assustador.

Star Wars: O despertar da força

Todas as resenhas deste blog contém spoilers. Sorry.

 

Eu não sou geek super viciada em Star Wars, mas gosto da série e já assisti as duas outras trilogias pelo menos cinco vezes. Não assisti “O despertar da força” no primeiro dia (fui no sábado, thought).

Muitas pessoas reclamam que o filme foi uma “cópia” do filme 4 (o primeiro da trilogia original – “Uma nova esperança”). Existe uma teoria que diz que Kylo Ren vai completar o que Anakin não conseguiu concluir e, por isso, tal semelhança foi necessária para mostrar os rumos diferentes que cada personagem toma a partir de uma mesma concepção. Seria muito ingênua se acreditasse nela mas, ao mesmo tempo, não consigo ver um fim para a trilogia nova que não acabando meio que de vez com o lado negro da força.

Ao contrário de muitos fãs da série, eu gostei do Kylo Ren. O fato de ele tirar a máscara e se mostrar vulnerável tantas vezes foi um diferencial – humanizou o vilão, diferente de como conhecemos Darth Vader lá atrás. Fora que eu gostei muito da atuação do Adam Driver (já o achava meio esquisito – no bom sentido – desde que assisti aquele filme dele com o Ben Stiller – “Enquanto somos jovens”).

Pra completar a trajetória hipster, ele também poderia ter interpretado Steve Jobs (que, aliás, tenho certeza que foi a inspiração dele para o papel acima)
Pra completar a trajetória hipster, ele também poderia ter interpretado Steve Jobs (que, aliás, tenho certeza que foi a inspiração dele para o papel acima)

Também não achei a morte do Han Solo chocante ou desnecessária. Ben precisava fazer aquilo para seguir em frente sem fantasmas.

Sobre Rey, nossa nova heroína: de cara achei que ela parecia uma Skywalker. Gostei maravilhosamente de ter uma heroína na nova saga, mas me irrita um pouco ser unicamente porque feminismo e vangloriar minorias estão na moda, e não porque genuinamente seria legal ter uma mulher, um negro e um hispânico em destaque no novo filme.

Uma coisa que não gostei foi da relação entre a Rey e a força. Em um primeiro momento, ela a nega. Depois, simplesmente usa a força para manipular o stormtrooper. Na sequência, ela em um insight enquanto está lutando com o Kylo Ren e aí sim assume a força como parte de si. Eu achei que ficou forçado o uso com o stormtrooper. Posso estar errada, mas foi a impressão que eu tive. Anos de treinamento jedi para desenvolver a força e uma pessoa que a estava negando até então de repente sabe usar como por intuição. Sei lá!

Sim, eu também já amo muito o BB8.
Sim, eu também já amo muito o BB8

Se eu gostei do filme? Sim! Com certeza já é o meu segundo preferido (nenhum jamais superará “O império contra ataca”). Desanima ter que esperar anos e anos até o final. Essa é a pior parte de gostar de qualquer série.

Uma coisa que me chamou muito a atenção foram os cuidados com os efeitos especiais. A segunda trilogia pecou demais nisso, mostrando efeitos mais modernos que a trilogia original. Eu achei que desta vez a fotografia respeitou bem o estilo da saga. Certamente a equipe responsável pelos filmes sabe a responsabilidade que tem e o que fazer para agradar os fãs.

Eu sinceramente acho o Luke um pouco sem sal e não gostei nem desgostei da aparição dele no final.

Me emocionei quando a Leia encontrou o Han Solo novamente pela primeira vez. Aliás, me emocionei diversas vezes vendo esse filme. Achei ele bastante fiel e nostálgico. Parece que um mundo novo e maravilhoso teve as portas abertas novamente, e é muito legal fazer parte disso.