Thais Godinho

Eu fui: O triunfo da cor

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Aí tem umas coisas que você não pode deixar de ir ver mesmo. Até exposições que podem soar um pouco bagunçadas para quem gosta de arte (“artistas pós-impressionistas” são muitas, muitas pessoas, com muitas, muitas técnicas diferentes), mas o foco foi efetivamente o uso da cor e sua evolução estética, e lá fui eu, Thais, aproveitar a oportunidade de ver de perto obras tão especiais que, se não fosse pela em breve finada (aguardem) Lei Rouanet, teria que visitar o Museu d’Orsay para conhecer (não que seja enorme sacrifício, mas não tenho intenção de fazê-lo tão brevemente).

Eu fico bastante emocionada na presença dos quadros do Van Gogh porque as pinceladas dele são extremamente marcantes, por isso gostei muito do primeiro módulo da exposição, marcada justamente pela exploração das cores primárias. Cézanne e Toulouse Lautrec são outros dois preferidos. Mas sinceramente fiquei impressionada com o trabalho de Paul Ranson e todo o módulo dos Nabis: parecia que você estava acessando uma espécie de portal ao entrar na galeria e ver aqueles quadros de perto todos juntos. É uma experiência emocional, de fato. Não há nada que se compare. Sei lá, questão de química. O negócio mexe com você por dentro de uma forma!

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Eu <3 arte.

Saiba mais: sinopse da exposição, informações e como ir

O triunfo da cor reúne, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), quadros de mestres do pós-impressionismo, como Vincent Van Gogh, Paul Gauguin, Toulouse-Lautrec e Paul Cézanne. São artistas de tendências distintas que se reuniram em Paris no final do século XIX, buscando, através do uso das cores, libertar-se do naturalismo na pintura. Lançaram, assim, os alicerces da arte moderna. As 75 obras foram emprestadas pelo Museu d’Orsay, prestigiosa instituição francesa. Entre elas há quadros como A italiana, retrato que Van Gogh fez de sua modelo e amante Agostina Segatori, e Mulheres do Taiti, obra que inaugura uma revolução na pintura de Gauguin.

Com curadoria de Guy Cogeval, presidente do Musée d’Orsay; de Pablo Jimenéz Burillo, diretor cultural da Fundación MAPFRE; e de Isabelle Cahn, curadora do Musée d’Orsay, a mostra pretende repetir o feito da exposição Impressionismo: Paris e a modernidade, que foi a terceira mais visitada do mundo, em 2012, e marco de uma nova relação do público com as artes e grandes nomes da pintura.

A exposição está dividida em quatro módulos. O primeiro é A cor científica, uma seleção de obras inspiradas nos estudos de Michel Eugène Chevreul, cuja técnica consistia em aplicar na tela pontos justapostos de cores primárias e que se tornou muito conhecida nas mãos de Van Gogh.

O segundo módulo, No núcleo misterioso do pensamento. Gauguin e a escola de Pont-Aven, inclui obras de Paul Gauguin e Émile Bernard a partir de uma pintura sintética, com cores simbólicas e a presença de desenhos nos contornos e silhuetas, refletindo mundo interior e poético.

No módulo três, Os Nabis, profetas de uma nova arte, o tema é a ideologia de um grupo de artistas que defendia a origem espiritual da arte, utilizando a cor como elemento transmissor dos estados de espírito. Já o quarto e último módulo, chamado A cor em liberdade, apresenta obras de artistas do final do século 19 e início do século 20, com inspirações que vão da Provence à natureza tropical.

O triunfo da cor é mais uma exposição histórica sobre arte moderna e ficará em cartaz, no CCBB de São Paulo, até 7 de julho. Depois, irá para o CCBB RJ, podendo ser visitada de 20 de julho a 17 de outubro. Mais informações estão disponíveis no site do CCBB.

 

Recomendação pessoal para leituras em 2016

Apesar de adorar objetivos e planejamento, com as leituras minha experiência me ensinou a ser um pouco mais livre e deixar rolar. No entanto, como pretendo chegar a 100 livros lidos este ano, fiquei pensando em algumas recomendações que quero seguir para chegar nessa meta.

Pode parecer chato fazer assim, mas eu deixei muitos livros inacabados ano passado e, se eu não tiver uma disciplina mínima, posso repetir este ano (o que não quero). Vou tentar então ir um pouco na contramão dos meus costumes e procurar estabelecer a leitura de 8 a 9 livros por mês para ver se chego lá.

Essa é a recomendação que vou tentar seguir:

  • 1 livro grande
  • 1 clássico
  • 1 de História
  • 1 biografia
  • 1 de auto-ajuda
  • 1 de administração ou trabalho
  • 3 livres

Vamos tentar fazer funcionar!

Balanço de livros lidos em 2015

Eu li 53 livros em 2015, o que era a minha meta inicial (um por semana). 2015 foi o ano que eu li menos livros, sinceramente. Eu fiquei muito envolvida no estudo das certificações e, apesar de ter passado muito tempo lendo, não foram tantos livros terminados, e sim muito material de cursos.

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2015 também foi o primeiro ano que eu controlei minhas leituras 100% pelo Skoob e achei que deu muito certo. É simples: basta marcar que está lendo um livro e ir gravando seu histórico de leitura. Quando você chega ao final de um livro, ele marca automaticamente como lido no ano em que você está.

Eu pretendo continuar com essa meta mínima para 2016 (um livro por semana), mas espero chegar aos 100 livros lidos, se possível.

Meus livros lidos preferidos em 2015 foram:

  • Todos os livros relidos do David Allen, claro.
  • Todos os livros relacionados ao Steve Jobs e à Apple.
  • A biografia do KISS (Nothin’ to lose)
  • Os livros do Jim Collins

E aí eu percebo também que quase não li nenhum livro de ficção este ano. Não me cobro tanto, porque sei que foi um ano dedicado à minha formação profissional, mas vou tentar mudar esse quadro em 2016.

Nova obsessão: America

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Eu sempre gostei da banda, mas atualmente tem sido uma verdadeira obsessão. Eu agradeço o Spotify por liberar uns álbuns bacanas da banda. Ouço todos os dias. Abaixo, o “Archives, Vol. 1”:

Gerry Beckley, Dan Peek e Dewey Bunnell eram três americanos muito jovens, que na época em que foram descobertos (por Jerry Lordan), em 1970, viviam em Londres. Seu som acústico, quieto, causou surpresa e fascínio. O America teve dois grandes hits internacionais seguidos, ‘A Horse With No Name’ e ‘I Need You’, ambos tirados de America, seu primeiro álbum, de 1971. Com este álbum, venceram o Grammy de banda revelação de 1972. A música do America, então, era uma versão refinada (não melhor, porém) do folkanglo-americano de Crosby, Stills & Nash. Beckley, Peek e Bunnel tocavam e cantavam imitando (talvez não intencionalmente) Neil Young. Até meados dos anos 70, pelo menos, America foi um nome sólido, com álbuns acima da média e hits de médio impacto, como ‘Tin Man’ e ‘Sister Golden Hair’. No Final dos anos 90, o America, com a mesma formação, ainda estava ativo, vivendo de suas antigas glórias. (Fonte: Wikipedia)

O America nunca foi uma dessas bandas conhecidas pela virtuosidade de seus músicos ou por canções de grande destaque, mas é um grupo interessante, gostoso de ouvir e que remete aos nostálgicos anos 1970 (que não vivi, por sinal).

Minhas três músicas preferidas:

 

Minhas coisas preferidas para fazer em Amsterdam

Este post está cheio de clichês de turistas, mas são coisas que eu realmente gosto de fazer. Tenho o privilégio de ir à cidade pela quarta vez dentro do período de um ano e falar sobre ela me deixa feliz. Muitos dos itens na lista a seguir podem parecer bobos ou até absurdos para quem mora na cidade, mas eu sou turista e gosto é uma coisa pessoal. Não tenho a menor pretensão com relação a isso. Seguem então algumas das minhas coisas preferidas lá:

Aulas de desenho no Museu do Rembrandt

Existe um Museu do Rembrandt construído na casa onde ele morou durante muitos anos. O museu em si é emocionante e uma atração à parte – eu fiquei bastante comovida quando entrei lá e vi os objetos, as coleções, as ferramentas de desenho e pintura, a cama onde ele dormia, mesmo a cozinha. O museu já é uma atração que vale a pena mas, não contentes com isso, o staff oferece aulas de desenho gratuitas para os visitantes. Basta aparecer nos horários corretos (sinalizados por eles diariamente no próprio local) e participar. Cada aula é temática (por ex: desenhando pessoas) e se trata de uma experiência inesquecível.

Filial da Paperchase no Bijenkorf

A Paperchase é uma loja inglesa que tem uma filial no shopping Bijenkorf, em Amsterdam. Para quem é aficcionado por papelaria, pode reservar alguns euros (ou libras – mesmo na Holanda eles também aceitam a moeda) para comprar algumas coisas por ali. São linhas especiais para cada época do ano com objetos lindos mesmo, além de cadernos, agendas, acessórios e toda sorte de materiais que vai fazer qualquer um que goste do assunto pirar a cabeça. A Paperchase também vende algumas marcas tradicionais, como Moleskine e Filofax. Em todas as vezes que fui à cidade, levei várias comprinhas para casa porque não resisti (e sempre preciso me conter MUITO para não levar muita coisa).

The Ritman Library

Curte ocultismo? Pois fique sabendo que, em Amsterdam, existe uma biblioteca hermética cuja entrada te lembrará a casa do Sirius (Harry Potter), com uma fachada praticamente invisível aos trouxas. Com um único emblema discreto, é necessário tocar a campainha e responder algumas perguntas antes de entrar e pagar o ingresso (5 euros) para conhecer o conteúdo. Além de biblioteca, este fantástico local também é um museu com peças raras da história do ocultismo mundial. Seu acervo total contempla mais de 25 mil livros e é um espaço surpreendente. Você não pode imaginar o tamanho da biblioteca ao andar pela rua deserta e passar pela porta.

Broekmans & Van Poppel

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Trata-se de uma livraria (seria injusta em dizer que é só isso) especializada em música clássica, com muitos livros de partituras para piano, violino, celo, entre outros, além de acessórios de todos os tipos para músicos. Também vende caixinhas de música e outros objetos relacionados. É uma loja tão mágica, que remete tanto a outro século, que dá vontade de visitar sempre apenas por causa disso. Fica em frente à Museumplein (ou praça dos museus, para os não iniciados), bem fácil de chegar.

Passear pelo Jordaan

Jordaan é um dos bairros mais hipsters de Amsterdam, com lojas, cafeterias (de verdade, não coffee-shops apenas), bistrôs, pessoas felizes, flores e movimentação no geral. A música teve um papel importante no Jordaan, e alguns dos melhores cantores desse bairro são homenageados com uma estátua no “Brouwersgracht”. É como se fosse a Vila Madalena de Amsterdam. É um bairro delicioso para caminhar e se perder nas ruas, observando as casas. No Jordaan está localizada a famosa casa da Anne Frank, ponto turístico da cidade.

IJscuypje

Estavam esperando que eu falasse sobre comida? Pois bem, aqui trata-se de uma indicação do Ducs sobre o melhor sorvete do mundo, segundo ele, e que pude comprovar sua veracidade nas últimas visitas. Os de frutas são maravilhosos, assim como os cremosos. Não dá para indicar um ou outro – vá e se acabe com um sabor por dia. A sorveteria é uma rede espalhada por diversos cantos da cidade.

Vlieger

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Vocês já devem ter percebido que eu sou viciada em papelarias, certo? Na verdade, eu adoro muito artes em papel, e andando pela cidade e conversando na IJscuypje, fiquei sabendo da existência dessa papelaria e dei um pulo para conhecer. Para quem gosta de arte em papel, é um paraíso. A loja é bem antiga e não é muito grande – tem dois andares, mas é tudo muito à moda antiga. Você tem a sensação de estar visitando realmente uma papelaria com mais de um século de existência. Vendem até mapas! Enfim, um lugar maravilhoso que vale a pena visitar se você for fã de papelarias como eu.

Queijos

Em qualquer lugar, queijos são baratos e maravilhosos na Holanda. Mesmo os queijos de fabricação francesa custam mais barato do que aqui (uma fatia gigantesca de queijo brie custa 2 euros, em média). Existem lojas especializadas em todos os pontos mais turísticos e movimentados de Amsterdam, mas até no mercado você encontra certa variedade e consegue experimentar coisas diferentes. O que não dá é ir para a Holanda e não comer mil tipos de queijos. O tradicional queijo da cidade de Gouda é encontrado em todo lugar.

Canal bus

Sei que quem é residente deve ficar com os cabelos em pé lendo sobre algo tão voltado a turistas (o que eu sou), mas trata-se de um passeio que, na minha opinião, é muito especial para quem não mora na cidade. Trata-se de um barco que serve como meio de transporte (“ônibus do canal”) nos canais de Amsterdam, parando nos pontos principais e fazendo uma narração guiada dos principais pontos turísticos da cidade. Dá para ir sentada de boa, comendo um lanchinho comprado previamente no Hema ou no Albert Heijn, conhecer um pouco da história da cidade sem precisar caminhar (e se cansar) tanto, além da possibilidade de descer onde você quiser e sempre voltar, se você tiver comprado o passe para 24 horas (que eu recomendo). Quando voltei à Amsterdam pela primeira vez, fiz esse passeio duas vezes. Foi uma ótima maneira de me despedir da cidade no último dia. Fiz questão de gravar mentalmente cada momento, desenhar as casas, curtir mesmo. Eu acho que vale a pena, mesmo sendo programão de turista.

The English Bookshop

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Esqueça a Livraria Cultura do Conjunto Nacional! Esta loja tem cinco andares (se não me engano) e livros maravilhosos, hard-cover, além de acessórios-mil para leitura (marcadores, flags, bolsas) e material de papelaria que não se encontra em outros lugares. Dá para perder um bom par de horas lá dentro (e vários euros, se você não se controlar). Fica em um lugar super movimentado (quase no coração da Kalverstraat – rua conhecida por ter muitas lojas), bem de esquina.

Passear pelo Prinsengratch

Este é o meu canal preferido de Amsterdam – o “canal da princesa”. Também servia como ponto de referência para mim em minhas andanças. Nada como passear pelo canal, observar o que está acontecendo, ver as bicicletas passando e pensar: “Caramba, estou mesmo em Amsterdam!”.

Rijksmuseum

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Sei que este é clichê, mas é um museu tão maravilhoso. Sua arquitetura é fantástica (era um mosteiro antes), ele está em um ponto-chave da cidade, com um gramado delicioso em frente, além de ter a famosa placa “I Amsterdam”, onde todo mundo para pra tirar foto. Além disso, o acervo do museu é fantástico – impossível absorver tudo em uma única visita. Você pode fotografar e até desenhar os quadros. A loja do museu também tem muitos souvenirs bacanas, se você estiver procurando presentes legais para levar para casa.

E é isso. Espero que tenham gostado da minha lista. <3

A casa na montanha

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Eu sinto uma atração inexplicável por florestas, cheiro de mato e ver o mundo de cima das montanhas. Também gosto bastante do tempo frio.

Há alguns anos, praticava hiking (trilhas + camping). Ainda é o meu esporte preferido. Não pratico há anos, desde que o meu filho nasceu.

O que mais me atrai no esporte é poder ter um pouquinho de cada um desses lugares que gosto tanto no meu cotidiano, mesmo que por apenas um dia ou dois. É a possibilidade de viver livre, apenas caminhar por aí, e olhar o mundo do alto. E o silêncio. Puxa, essa é uma parte importante.

Quando penso nos meus sonhos, sempre me vem à mente uma casa no alto de uma montanha, no meio da floresta, onde eu consiga ver as outras colinas ou o mar. Vejo nuvens, o tempo está frio. O cheiro do café entra pelas minhas narinas. Me enrolo em uma manta para ler meu livro.

Acho que esse acaba sendo o meu cantinho especial que imagino toda vez que fecho os olhos e quero me confortar de alguma maneira, sem pensar na vida como um todo. Eu apenas me imagino ali, sentada, vendo a vida passar. Just a fool on the hill, watching the wheels.

Algum dia, talvez.

Star Wars: O despertar da força

Todas as resenhas deste blog contém spoilers. Sorry.

 

Eu não sou geek super viciada em Star Wars, mas gosto da série e já assisti as duas outras trilogias pelo menos cinco vezes. Não assisti “O despertar da força” no primeiro dia (fui no sábado, thought).

Muitas pessoas reclamam que o filme foi uma “cópia” do filme 4 (o primeiro da trilogia original – “Uma nova esperança”). Existe uma teoria que diz que Kylo Ren vai completar o que Anakin não conseguiu concluir e, por isso, tal semelhança foi necessária para mostrar os rumos diferentes que cada personagem toma a partir de uma mesma concepção. Seria muito ingênua se acreditasse nela mas, ao mesmo tempo, não consigo ver um fim para a trilogia nova que não acabando meio que de vez com o lado negro da força.

Ao contrário de muitos fãs da série, eu gostei do Kylo Ren. O fato de ele tirar a máscara e se mostrar vulnerável tantas vezes foi um diferencial – humanizou o vilão, diferente de como conhecemos Darth Vader lá atrás. Fora que eu gostei muito da atuação do Adam Driver (já o achava meio esquisito – no bom sentido – desde que assisti aquele filme dele com o Ben Stiller – “Enquanto somos jovens”).

Pra completar a trajetória hipster, ele também poderia ter interpretado Steve Jobs (que, aliás, tenho certeza que foi a inspiração dele para o papel acima)
Pra completar a trajetória hipster, ele também poderia ter interpretado Steve Jobs (que, aliás, tenho certeza que foi a inspiração dele para o papel acima)

Também não achei a morte do Han Solo chocante ou desnecessária. Ben precisava fazer aquilo para seguir em frente sem fantasmas.

Sobre Rey, nossa nova heroína: de cara achei que ela parecia uma Skywalker. Gostei maravilhosamente de ter uma heroína na nova saga, mas me irrita um pouco ser unicamente porque feminismo e vangloriar minorias estão na moda, e não porque genuinamente seria legal ter uma mulher, um negro e um hispânico em destaque no novo filme.

Uma coisa que não gostei foi da relação entre a Rey e a força. Em um primeiro momento, ela a nega. Depois, simplesmente usa a força para manipular o stormtrooper. Na sequência, ela em um insight enquanto está lutando com o Kylo Ren e aí sim assume a força como parte de si. Eu achei que ficou forçado o uso com o stormtrooper. Posso estar errada, mas foi a impressão que eu tive. Anos de treinamento jedi para desenvolver a força e uma pessoa que a estava negando até então de repente sabe usar como por intuição. Sei lá!

Sim, eu também já amo muito o BB8.
Sim, eu também já amo muito o BB8

Se eu gostei do filme? Sim! Com certeza já é o meu segundo preferido (nenhum jamais superará “O império contra ataca”). Desanima ter que esperar anos e anos até o final. Essa é a pior parte de gostar de qualquer série.

Uma coisa que me chamou muito a atenção foram os cuidados com os efeitos especiais. A segunda trilogia pecou demais nisso, mostrando efeitos mais modernos que a trilogia original. Eu achei que desta vez a fotografia respeitou bem o estilo da saga. Certamente a equipe responsável pelos filmes sabe a responsabilidade que tem e o que fazer para agradar os fãs.

Eu sinceramente acho o Luke um pouco sem sal e não gostei nem desgostei da aparição dele no final.

Me emocionei quando a Leia encontrou o Han Solo novamente pela primeira vez. Aliás, me emocionei diversas vezes vendo esse filme. Achei ele bastante fiel e nostálgico. Parece que um mundo novo e maravilhoso teve as portas abertas novamente, e é muito legal fazer parte disso.