Aproveitando que eu falei sobre o Charlie Askew, fiquei toda nostálgica vendo vídeos de outras edições do American Idol e quis fazer um Top 10 de participantes. Todos eles foram meus preferidos, de alguma forma. Seguem, com as performances que eu mais gostei:
Todo ano eu esqueço que existe American Idol, mas acabo acompanhando um pouco quando começa a passar na TV. Adoro o programa, apesar de sempre ficar chateada quando o meu preferido sai, o que acontece na maioria das vezes. Fiquei tão chateada quando o Clay Aiken não ganhou em uma das temporadas que prometi a mim mesma que não assistiria mais o programa. Mentira: deixei de assistir umas três temporadas, mas sempre fiquei de olho.
Na temporada atual, existia um competidor que foi eliminado, claro. Mas ele é muito, muito especial. Espero que ele consiga gravar discos e vá longe. Uma coisa meio Freddie Mercury encontra Nick Drake nos anos 1940? Que voz linda esse menino tem, esse tal de Charlie Askew.
O vídeo de audição dele é inteiro especial – do assobio para os passarinhos a ‘Nature boy’. Os pais dele falando sobre o dom dele para a música, sobre o seu mundinho particular… não sei, achei comovente. Just watch:
Eu já tinha me apaixonado por essa voz fantasmagórica nesse próprio vídeo, mas ele foi além, todo esquisito, cantar Gotye. E eu, que não aguentava mais ouvir essa música, achei a versão amazing:
E cantou Elton John. Poxa vida, qualquer pessoa me conquista se cantar Elton John desse jeito todo meio insano, desafinando, gritando, em desespero:
Mas aí ele inventou de trazer Genesis para o American Idol… Poxa vida, Charlie. E foi eliminado.
A verdade é que ele acabou ficando teatral demais, talvez tenha subido a cabeça, não sei. Acho que ele quis mostrar que era eclético, o que não foi legal. Afinal, o que o mantinha ali era sua voz linda aliada à sua personalidade. Mas se a personalidade fica de lado, tudo se confunde. Uma pena.
Ele chegou a fazer uma outra apresentação com uma composição sua, para tentar voltar à turnê dos top 10, mas não foi escolhido pelo público.
Promissor e especial, no entanto. Precisa de mais amadurecimento, mais foco na música. Estou acompanhando você por aqui, Charlie. You go, boy.
Fiz uma lista de músicas que eu gostaria que ele cantasse:
Nick Drake, Day is done
Queen, Save me
Deep Purple, When a blind man cries
Patti Smith, Dancing barefoot
Rolling Stones, Paint it black
Beatles, Dear prudence
Jefferson Airplane, Somebody to love
Pearl Jam, Black
Kate Bush, Wunthering Heights
Sleeping Beauty theme, Once upon a dream
Marianne Faithful, As tears go by
Mas sinceramente espero que ele grave muitas outras. Sua voz é linda.
Inspirada pela Jojo, desde a semana passada nós decidimos fazer semanas temáticas de roupas no trabalho. Começamos com animal print e, na sequência, navy, que é uma das minhas referências favoritas. Sempre que penso em navy, gosto de lembrar da referência original:
Eu acho bem difícil encontrar camisetas listradas simples, básicas mesmo, e sempre acabo fazendo um certo “estoque” quando as encontro. Já cheguei a comprar na seção masculina, pretty much o que a própria Coco resolveu fazer, quando as peças femininas simplesmente não existiam.
Sei que o estilo navy vai muito além disso e envolve vermelho, marinho, correntes, âncoras mas, ao meu ver, fica um visual muito preppy. Prefiro sempre o mais clássico.
Na semana navy, as roupas que eu consegui montar foram:
Vi somente essa semana o curta da Disney que está concorrendo ao Oscar. Paperman é a história de um casal que se conhece sem querer na rua e, após um papel beijado pela moça, a história é desenhada em torno do reencontro dos dois. O rapaz está trabalhando e vê, no prédio da frente, a garota que ele conheceu, e tenta desesperadamente chamar a sua atenção. O resto, só vendo no vídeo mesmo:
Eis que nosso amigo virará selo em terras norte-americanas. Quem quer MUITO um?
“Recebemos cerca de 40 mil sugestões por ano, mas apenas 20 acabam sendo escolhidas”, disse o representante do serviço postal Mark Saunders em entrevista ao site “Today”.
A data de lançamento do selo ainda será anunciada e outras duas estampas da série Music Icons serão reveladas até o fim do ano.
O fotógrafo mineiro Romulo Fialdini fará uma exposição na Galeria Raquel Arnaud, em São Paulo, a partir do próximo sábado, com fotos que mostram a beleza melancólica dos grandes centros urbanos. O fotógrafo já foi colaborador muitas vezes da Casa Vogue.
Desde 1975, Romulo trabalha como fotógrafo independente, atuando também no campo editorial e de publicidade. Desde a década de 1970 ele se dedica a fazer fotos em preto e branco de lugares como NY, Chicago e Montevidéu. Junto com a exposição, será lançado seu livro, “Pensei que fosse só eu”, com mais de 150 páginas com lindas imagens suas, como as que vocês podem conferir acima.
Todas as imagens deste post foram retiradas do site da Vogue Brasil.
Estereótipos existem, mas isso não significa que devemos sempre concordar com 100% do que é dito. Todo o Brasil tem a imagem de que as pessoas que trabalham em São Paulo são estressadas, preocupadas e não param um só segundo para relaxar, o que não poderia estar mais longe da verdade, apesar de a cidade ter esse andamento rápido que só quem vive nela entende.
Vou falar aqui de alguns equívocos relacionados a um dia tradicional de trabalho na cidade:
Muito trânsito!
A não ser que você more muito perto do local onde você trabalha, ou trabalhe em casa, você pega trânsito diariamente para chegar. Felizmente, muitas pessoas têm as opções anteriores e nem todo paulistano vive amaldiçoando as Marginais a caminho do trabalho. Eu conheço muitas pessoas que moram de aluguel e mudam de casa sempre que mudam de emprego (para morar mais perto) ou que trabalham em esquema home-office. De todos os trabalhos que eu tive em São Paulo, somente um me obrigava a pegar mais de um ônibus. Três dos meus cinco empregos na cidade eram perto da minha casa. Uma coisa boa de São Paulo é que existem empregos em todos os lugares, e não um ou dois bairros privilegiados, ao contrário do que acontece na maioria das outras cidades do país.
Almoço rápido
A impressão que se tem é a de paulistanos almoçando um sanduíche na mesa do computador ou enquanto correm pela Bolsa de Valores! Apesar de muitas vezes isso acontecer, o mais comum é cada pessoa eleger seus dois ou três restaurantes de preferência mais próximos do trabalho e almoçar sempre por ali, especialmente se a empresa oferecer desconto para os funcionários (através de convênios). Quem trabalha em bairros com uma variedade maior, pode se dar ao luxo de almoçar cada dia em um lugar diferente, o que é uma das coisas mais legais da hora do almoço! Além disso, quem tem um tempinho a mais consegue dar uma voltinha pelas livrarias, shoppings e outros lugares disponíveis por perto.
Uma coisa é certa: paulistanos curtem a hora do almoço porque é um momento de lazer no meio do dia, onde se aproveita para fazer compras, resolver pepinos no banco e conhecer comidinhas diferentes.
12 horas de trabalho diárias
Apesar de algumas profissões realmente terem essa rotina absurda (os publicitários que o digam!), o horário de pico entre às 8h e às 18h no trânsito reflete a realidade. Eu sou publicitária e já fiz muita hora extra, assim como já tive emprego de bater o ponto diariamente às 18h01. Não é regra todo mundo trabalhar que nem um louco todos os dias e, se faz isso, ou é porque gosta ou então é uma fase que está tentando superar muito em breve.
O fato é que a maioria dos paulistanos enfrenta uma loucura diária por fazer MUITA coisa fora do trabalho. Então, além de perder um tempinho no trânsito pela manhã e de noite, ainda tem tempo para fazer faculdade, cursos, ir ao cinema, estréias, lançamentos de livros, noite de autógrafos, peças de teatro, casamentos em plena terça-feira e muito mais! Se for assim, então são bem mais que 12 horas diárias mesmo!